
Um rio passa
Deixai-me passar com ele
Não quero mais nada
Senão olhar e vê-lo
Passando belo
E tão sereno
Que nem dá por mim
JC
Lisboa, 1970
Há epocas em que ou renascemos ou morremos. Colectivamente estamos a viver um desses momentos, creio. Mas também a nivel pessoal, por contágio ou simplesmente por sensibilidade excessiva, a alguns acontece o mesmo. Por todos aqueles a quem a sensibilidade manda reparar na vida, nos outros, em si próprios, este espaço foi criado. É um espaço de partilha. É um espaço de poesia.
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