segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ao compasso do coração


No meu saco de conforto relativo
A vida tem a verdade de ser possivel
De não ter surpresas
Nem interessar que as tenha
Tanto mais que se as tivesse
Nada mudaria, nem eu
Olharia o mundo com olhos diferentes?
Duvido!
Faria coisas que não faço?
Não acredito!
Seria diferente do que sou?
Sei lá eu o que sou!
Sei apenas que respiro ao compasso do coração
E caminho no mundo sem olhar para trás
Talvez porque atrás de mim
Só os passaros as arvores e as nuvens desfilem
E sabê-lo basta-me para me fazer feliz

Janeiro de 11
JC

Sem comentários:

Enviar um comentário